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Bons tempos...

Mensagem por Lord.Kiaro em Sex Ago 02, 2013 6:41 pm

Passando aqui pra mostrar um evento antigo do fórum que tinha participado uma vez....

#desenterrandoosaquivos

JOGOS MÁGICOS - Kashiro
FAIRY TAIL ADVENTURE RPG - EVENTO MÉDIO


E ali estava o grande evento tão esperado: As Olimpíadas Mágicas. Magos vieram de todas as partes do reino para participar daquilo, e não iriam se arrepender. Depois daqueles portões, tudo o que esperava aos participantes era pura magia, diversão, mistério e acima de tudo, força e inteligência. Era 8 horas da manhã, o horário combinado na inscrição para o início dos portões, e ali estavam todos, de frente para aquela grande área, que mais parecia um parque. Dava para ver do lado de fora tobogãs, galpões, lagos e piscinas, casas, mansões e diversas outras coisas. O estande do Conselho ficava exatamente no meio do local e era visível dali, já que era uma torre gigantesca, feita de ouro e metal, com várias janelas de vidro.

E então o tão esperado momento. Aquelas portas enormes douradas estavam se abrindo pouco a pouco... Os magos podiam ver lá dentro quase que uma luz. Pareciam os verdadeiros portões do céu. Assim que estavam completamente abertos, os participantes puderam ver mais coisas, como alguns campos de treinamento militares e pequenos mini-estandes do Conselho onde ficavam os fiscais.

- Bom dia, participantes das tão esperadas Olimpíadas Mágicas do Conselho Mágico do Reino de Fiore. – uma dócil mulher saiu de uma dos mini-estandes citadas. Era a própria Cherry Kaori, conhecida como Flor Irresistível, uma dos membros do Conselho. – Entrem e sejam bem vindos.

A grande tropa de magos entrou no local, e logo após o último participante ter entrado, os portões de ouro voltaram a se cerrar. O ar estava com um aroma de mistério, enquanto todos ficavam quietos para ouvir o discurso que Cherry daria a seguir. Fiscais do Conselho vestidos com roupas nobres se apressaram para ficar ao lado da dama, que vestia um vestido vermelho bem bonito. Eles puseram as mãos para trás e ficaram quietos.

-Sejam bem vindos, magos, a Terceira Olimpíada Mágica do Reino de Fiore. – ela disse, com extrema seriedade. – Aqui enfrentarão diversas coisas... – ela começou a andar de um lado para o outro. – ...seus maiores medos... – ela parou. – ...ou a própria loucura.

O ar ficou mais misterioso ainda.

-Aquele que não tiver força e nem coragem o suficiente para isso, que se vire e vá embora. – nenhuma movimentação. – Ótimo, então vamos começar. Que os jogos... COMECEM!

Várias lanternas na pequena muralha que circulava a área do evento acenderam magicamente, com um fogo muito mais brilhante. Uma enorme lanterna no topo da torre do Conselho também foi acesa. Os jogos começaram. Agora era tudo, ou nada.

PRIMEIRO DESAFIO - [JOGOS MÁGICOS]



E ali estavam dispostos os magos, já dentro das barreiras do local do evento. As lanternas olímpicas já estavam acesas, indicando que o evento já começou. Agora, o que iria começar seriam os jogos. A membro do conselho Cherry Kaori começou a separar os membros em três grupos distintos, em nível de força e fama.

-Cada grupo será chamado de setor, setor 1, setor 2 e setor 3. – ela disse calmamente, se posicionando na frente do setor 1. – Esse setor vai vir comigo, será o 1. O 2, a minha direita, irá com esse fiscal aqui, que os guiará até Dante. O 3 irá com o fiscal a minha esquerda. Boa sorte a todos.

Os grupos logo partiram, indo para direções diferentes. Kashiro, pertencente ao setor 1, acompanhou Cherry, que virou para a direita. Os magos puderam enxergar várias construções bizarras, como casas nas árvores completamente lacradas, entradas para subterrâneos e outras diversas coisas. Depois de andarem um pouco, o setor 1 parou em frente a um portão de metal, que foi aberto por Cherry. Dentro daquela cerca, onde todos entraram, havia uma fileira de pequenas casas diferentes com apenas um andar. Os fiscais que ali estavam anteriormente pediram que se fizesse uma fila. A líder daquele setor se posicionou em frente á fila.

-Bem, aqui está o primeiro desafio de vocês. – ela virou-se para as casas, apontando-as com o queixo. – Primeiramente, um fiscal irá ser designado para cada um de vocês e eles o acompanharão em todos os desafios. Neste não será diferente. Bem, nesse desafio, cada um de vocês será trancado numa casa dessas e a casa será selada magicamente. Dentro da casa há coisas... O objetivo é bem claro: sair de lá. Boa sorte. Estarei no estande dos fiscais.

Cherry abaixou a cabeça levemente, sorrindo, e virou-se, dirigindo até a pequena casinha que ficava do lado da saída daquele local. Logo, um homem aproximou-se de Kashiro, com uma prancheta e uma caneta na mão, vestindo um nobre uniforme branco e azul, com pequenos detalhes prateados. Seu cabelo era loiro, um tanto rebelde, e seu rosto era um tanto juvenil.

-Bem... Kashiro, certo? Meu nome é Yuuko. Serei seu fiscal e avaliador aqui nas Olimpíadas Mágicas do Conselho. Está pronto para começar o desafio?

Ele esperou que Kashiro fizesse as coisas que precisasse fazer ou simplesmente o acompanhou até uma das casas. Pegou uma chave dourada no bolso, abriu a porta e apontou o caminho para o mago.

-Boa sorte. – Yuuko esperou Kashiro entrar e logo fechou a porta e a trancou de novo, colocando a chave no bolso. Afastou-se um pouco, juntou as mãos e selou a entrada da casa criando um círculo mágico branco. – Vai precisar. – acrescentou, individualmente.


Situação: Você está trancado e selado magicamente numa casa misteriosa.
Objetivo: Saia da casa.
Dicas e Regras:
-Faça um texto bem interessante e criativo.
-Você pode fazer o que quiser, podendo narrar NPCs, espaço e tempo.
-Lembre-se que você só tem 5 dias para a execução desse desafio.
-Tenha senso.
-Não copie de nada nem de ninguém.
-Sucesso!






Minha narração:



Começou! As olimpíadas começaram. Fomos levados até o local onde o desafio começaria logo depois Cherry (uma dos ficais do torneio) nos disse o desafio. Entendi perfeitamente, afinal era simples, entraríamos em uma casa, ela seria fechada e selada magicamente, e precisaríamos sair de lá do nosso jeito. Ela mencionou que haveriam coisas lá dentro, mas no começo pensei que fosse só um truque para por medo nos participantes, mas depois dos acontecimentos a seguir, não tenho tanta certeza disso.
Yuuko fechou as portas da casa, e depois selou ela, e lá estava eu lá dentro da casa sozinho e totalmente sem rumo. Dei uma olhada a minha volta dentro da casa, eu estava na sala de estar, e me parecia estar tudo bem, pelo menos ainda.
Era uma casinha muito bem decorada, bonita, e limpa (o que me foi estranho, pois tinha certeza que quase ninguém vivia ali, então por que estar tão limpa?), notei também que a casa estava com suas luzes funcionando então acendi a da sala, pois com as janelas e portas fechadas estava meio escuro ali. Logo as luzes da sala se acendem, porém não foi só a da sala que acendeu, mas sim a casa toda se acendeu, incluindo abajures, lanternas, lâmpadas e etc. Não estranhei nada, só comecei a andar pela casa e olhar ao redor sem tocar mais nada.
Cheguei até a cozinha da casa e fui direto a pia da cozinha verificar se havia água no local, abri a torneira e nada saiu, porém depois de alguns segundos uma lama preta espirrou da bica e acabou sujando toda a pia, e inclusive a mim.

Droga, algo me diz que vou ter que limpar isto antes de sair…

Estiquei meu braço para pegar um pano para me limpar e puxei um pano de prato que estava encima de um escorredor. E como se a bagunça fosse pouca, um prato cai no chão e quebra, espalhando estilhaços por toda a casa.

Isso Kashiro, continue destruindo a casa, isso vai melhorar muito sua pontuação no desafio.

Limpei minhas mãos e continuei olhar a casa ignorando os cacos de vidro e a sujeira na pia. Andei até depois da cozinha, e vi um corredor com três portas, uma logo a minha direita, uma no final, e outra a minha esquerda. Ainda estava tudo ok, eu estava inteiro, e a casa até então vazia, então não haveria problema em checar dentro das portas. Decidi abrir a da esquerda, que estava mais próxima, ao abrir a porta percebi que era somente um banheiro, e assim como o resto da casa estava limpo e com suas luzes acesas.

Um banheiro!? É vai ser útil saber que aqui tem um banheiro, mas somente daqui a meia hora...

Fechei a porta e sai, mas algo me fez parar no corredor.  Parei e olhei para trás na direção da cozinha, não sei por que, mas algo me fez perguntar:

- Tem alguém ai?

Aff, Kashiro, você já deveria saber que se algo de perigoso houvesse ai, provavelmente ele não responderia!

Virei-me e comecei a andar na direção da porta da direita, então coloquei a mão na maçaneta, mas antes que pudesse abrir a porta, ouvi um barulho, algo parecido com um “TUM!”, infelizmente não soube distinguir de onde vinha, então somente levei em conta que fosse minha imaginação e continuei minha investigação. Abri a porta, ao entrar no cômodo, percebi que era um quarto, havia uma cama, um armário, gavetas, pôsteres de bandas nas paredes e como já era de se imaginar, perfeitamente limpo. De início vi que era um quarto de criança, mas ao olhar melhor, deduzi que deveria ser de algum garoto por volta de 17 a 20 anos de idade.

Hm, provavelmente quem mora aqui deve ser um garoto que mora sozinho, mas se o outro cômodo for um quarto, essa deve ser uma casa de uma família de três pessoas.

Decidi investigar bem o quarto do garoto, então comecei a abrir o armário, vasculhei remexendo nas roupas, mas não encontrei nada, olhei por debaixo da cama, nos móveis, encima do armário e atrás de todos os móveis, e até procurei fundos falsos tanto nos móveis quanto no próprio piso do quarto, quando notei que tinha me esquecido de um pequeno criado mudo que não tinha olhado. Havia três gavetas nele, abri a primeira e vi alguns papeis e um caderninho, então peguei todos e decidi que devia olhar depois, abri a segunda e vi alguns documentos abri e olhei uma identidade que estava dentro de uma carteira, lá estava escrito:


“Shitôg Hakuma, nascido em 1990,”.

Havia mais informações na identidade, mas essa foi à única informação que me importava, então olhei bem para a foto e coloquei no lugar. Percebi também algumas coisas como, chave de veículos, remédios, preservativos e contas não pagas, que somado às informações da identidade se tratava de alguém com mais de dezoito anos (um adulto).  Então abri a terceira gaveta e vi algumas fotos de família, percebi que em todas havia o tal garoto da identidade com pessoas que pareciam muito próximas do tal. Folheando uma a uma me senti um tanto alegre por ver tantas pessoas felizes e se dando bem em fotos tão bonitas, mas a ultima me chamou atenção, era maior que as outras e tinha forma de coração, nela haviam duas pessoas, o tal garoto e uma menina, ambos abraçados e sorridentes. Tentei gravar a face da menina da foto em minha mente, mas a foto estava suja com uma espécie de cola preta, mas ainda se percebia que era muito bonita e possuía longos cabelos castanhos. Ao ver a beleza da jovem, não me contive e falei comigo mesmo:

- Que gatinha!

Coloquei a foto no lugar, fechei as gavetas, arrumei os papeis em minhas mãos e me levantei, mas ates que saísse do local para investigar a outra sala da casa, comecei a ler o primeiro papel:


Rosas são vermelhas;
Violetas são azuis;
Sua face ilumina a alegria;
Que meu amor por ti conduz.


Eu hein!?... Um poema… mas quem fez isso? Seria o garoto? Não, muito difícil homens serem assim, deve ser da garota para ele, é isso.

Comecei a andar, e cheguei até a porta, abri, e sai. Ao sair não toquei na porta para fecha-la, fiquei parado entre o quarto e o corredor e peguei o próximo papel:


Escala de Lucros da Empresa:

Janeiro:……………. 2.000.500$

Fevereiro: ………… 2.100.400$
(...)


E seguia a lista, que era bem extensa, logo todos os outros papéis eram listas e gráficos como este, deduzi que o mesmo administrava uma grande empresa ou possui um bom emprego de contador ou administrador de finanças em algum lugar, em outras palavras, era um jovem bem sucedido.  Olhei o resto dos papeis e neles só tinham mais gráficos e listas, então os coloquei na cama de volta e sai do quarto.
Não me lembro de ter tocado na porta ao sair, mas ao pisar no corredor ela bateu com tanta força que a mesma quase quebrou. Olhei para a porta, senti um pouco de medo, por lembrava que a janela estava fechada, por isto não teria como usar a explicação “foi o vento”, não costumava sentir medo atoa, por isso tentei me acalmar e simplesmente balancei meus ombros como se não ligasse (apesar de estar muito desconfiado por dentro).
Olhei firmemente para a ultima porta, o rumo das coisas já estavam começando a me preocupar, a cada sala que eu via e investigasse algo de estranho acontecia primeiro a pia, depois o prato que caiu (mesmo com minha visão periférica não consegui evitar sua queda), o barulho estranho, as fotos, e a porta, foi então que decidi que a melhor coisa a fazer seria deitar e dormir um pouco, mas como isso não ajudaria, resolvi sentar-me no chão mesmo e ler o caderninho que encontrei na gaveta.
Comecei na primeira pagina, e vi que era um diário de uma garota que mora ao lado da casa, olhei na contra capa e vi várias fotos dela, e para o meu espanto era a mesma menina abraçada com Shitôg na foto que achei na terceira gaveta. Isso me assustou de início, mas eu sempre fui bem confiante quanto a estes tipos de coincidências então tentei me acalmar o máximo. Fui para as ultimas páginas do tal diário e li na antepenúltima:


“Dia 11, quarta-feira de janeiro de 2010.
Ai! Agora eu tenho certeza que ele me quer! AAAAAAAAHHHH!!!! Eu o vi olhando para mim meio sorridente da janela do quarto dele enquanto eu me trocava no meu quarto. Ele pensou que eu não o vi, mas pelo espelho da cômoda eu pude vê-lo, ele estava me olhando mas não com aquele olhar safado, e sim com uma aparência feliz cheio de suspiros apaixonados. Somos amigos há muito tempo, mas acho que dessa vez isso vai mudar... Não vejo a hora!”


Hm, um lance amoroso… mas o que isso tem a ver com..

Na mesma hora em que pensava um vento muito forte vinha da porta do final do corredor, a porta ainda estava fechada mas um vento muito forte vinha dela.

- O que? O que é isso!?

O vento continuava e fui arrastado por alguns centímetros, mas a força do vento fez com que o diário saísse de minhas mãos e voasse até o começo do corredor. Antes que o diário fosse parar na cozinha, libertei Nimbo (meu boneco de Humam Posseission) que estava preso em meu cinto e o fiz segurar o diário empurrando-o contra o vento.

- AAHHHHH! O QUE É ISSSOO?

Comecei a me arrastar devagar pelo chão até a onde Nimbo estava logo peguei o diário e abracei o mesmo enquanto ficava sentado de costas para a direção do vento, eu comecei a sentir tanto medo, medo, medo e mais medo (o que foi muito estranho e novo para mim que nunca tinha sentido um medo tão intenso, me encontrava agora tremendo e assustado). Eu não podia perder aquele diário, poderia ser minha única chance de descobrir tudo ali, por isso abracei o diário mais forte. Foi ai que o vento parou instantaneamente.

Mas o que poderia ter sido isso?...

Ainda no mesmo lugar, parei e abri o diário, e enquanto Nimbo ainda flutuava ao meu redor, comecei a ler a penúltima página:


“Dia 12, quinta-feira de janeiro de 2010

AAH! O Shitôg é um fofo, sabe outro dia ele estava treinando sua magia darkness no quintal dele, ai eu aproveitei para entrar na casa dele e procurar alguma foto dele para botar no meu diário quando, ao subir no quarto dele (que era muito limpo e arrumado afinal sabia que Shitôg tinha mania de limpeza) abri a ultima gaveta e vi uma foto nossa antiga cortada em forma de coração, awwww >.< eu amei ver aquilo! Ai eu estava saindo da casa dele, ao chegar à calçada da rua eu tropecei e caí, quando comecei a chorar que nem uma criancinha ao ralar o joelho, o vi chegando bem perto de mim e me pegando pelos braços e me tirando do chão. Logo ele tira a camisa e enrola ela no meu joelho ralado que sangrava, meu deeeuuus quando eu vi aquela barriga de tanquinho eu quase pirei! Ai ele perguntou se eu estava bem, eu respondi que sim, então nos ficamos nos olhando, até que ele começou a se aproximar e me roubou um beijo. Eu não posso dizer que não gostei, mas não queria parecer tão fácil assim então agi por impulso e dei um tapa nele, e corri para casa. Acho que agi errado com ele mas fazer o que? De repente eu volto lá para falar com ele mas preciso me decidir ainda….”


Terminei de ler aquilo, logo um incrível medo tomou conta de mim, comecei a tremer sem parar, minhas mãos não paravam a única coisa que vinha a minha cabeça era “morte, morte, mooooorte!” Logo percebi que a única coisa que me interessava era continuar a ler aquele diário. Eu estava realmente com medo, e para piorar a situação, o clima começava a ficar meio frio e as luzes abaixaram (não desligaram só diminuíram), então a temperatura começou a abaixar constantemente até que o frio era tanto que fazia com que eu tremesse ainda mais. Mesmo em tais condições não me passou se quer pela cabeça tentar sair da casa, eu só queria terminar minha leitura.


"Dia 13, sexta-feira de janeiro de 2010.

Recebi uma carta de pedido de desculpas, então me senti bem mal pelo o que aconteceu ontem com o Shitôg, sabe eu realmente gosto dele. O jeito desajeitado dele e galanteador realmente me faz querer estar com ele. Particularmente eu acho o nome dele muito engraçado mas de uns tempos para cá eu até gosto. SHI e Annie! O casal perfeito! Hoje eu vou lá falar com ele e então me desculpar, para falar a verdade eu já estou aqui na porta dele, escrevendo…"


Na mesma hora todas as luzes da casa se apagam, se apagam de uma vez e não é possível se ver nada.

Algo não quer me deixar continuar…

Então meu pensamento foi substituído pela frase: “Acho que agi errado” a mesma frase que li a pouco tempo no diário. Eu comecei a soar frio, meus olhares eram fixos e tremidos, e minha respiração começava a ficar ofegante.

- Eu preciso de luz, Electrium Cannon!

Mirei Nimbo para a o piso de madeira e atirei, o tiro elétrico fez a madeira queimar um pouco, o fogo não era grande, mas me deu o pouco de luz que eu precisava para continuar a ler o diário de Annie.


“… ,pera, estou ouvindo uns barulhos vindo da casa dele. Mas acho que ele esta vindo.”

E era só isso, e foi assim que acabara o diário de Annie. Quando me deu conta o medo era tanto que eu já começara a chorar, o fogo começava a se alastrar pelo piso até que eu ouvi umas vozes vindo de trás de mim. Quando me virei e olhei, a ultima luz do corredor estava acesa e era possível que eu visse a porta.

Querem que eu entre lá? (nem a pau!)

Não, não era para que eu entrasse lá, era para que eu visse algo. Então uma escuridão começou a se amontoar na porta, como se formasse um portal. Então uma mão sai de lá, e depois uma cabeça , e depois outra mão.

- Quem está ai? Apareça!

Foi ai que eu vi, longos cabelos castanhos, e uma pele macia e brilhosa, não havia engano, era ela a menina do diário e da foto com Shitôg. Ela puxa uma faca da escuridão com sua mão direita e começa a balançar a faca como se a preparasse para atirar.

-MORTEEEE, MORTEEE, MOOOOOORTE!

Era o que eu somente ouvia, não sabia se era ela que falava ou se era na minha cabeça, mas eu ouvia perfeitamente. Minhas pernas e braços estavam paralisados de medo , eu não conseguia mover um dedo si quer. Minha cabeça estava parada, e minha mente totalmente em branco. Até que ela joga a fraca em minha direção, então uma visão me veio à mente, uma visão da minha própria morte ali naquele corredor eu vi perfeitamente a faca acertando a minha testa e o mundo ao redor se escurecendo. Até que quando eu me dei conta ainda estava olhando a aparição balançando a faca em minha direção como se nada tivesse acontecido na verdade. Comecei a chorar, como se meus olhos fossem rios de lágrimas frias que escorriam sobre minha pele congelada de medo. Então a aparição joga a faca em minha direção, logo ao me lembrar da minha visão somente um pensamento me vem à cabeça.

Eu não vou morrer até completar o meu intento!

- Nimbo!

Sem mover um dedo, ainda sentado no chão grito por Nimbo que rapidamente se posiciona na frente da faca.

- Formação de Defesa! Spirit Shield!

Então o círculo mágico surge na frente de meu boneco e então a magia aparece, uma mão branca de luz surge vindo do círculo mágico e que segura a faca e a destrói. O barulho da faca se quebrando foi como um grito de uma criança em desespero, aquilo me fez sentir todo o medo e aflição novamente, mas ao olhar de novo para a porta tudo se vai, meu medo, minhas tremedeiaras, tudo para e eu consigo voltar a raciocinar de novo.

Feliz Kashiro? Sê queria que ela aparecesse e ela apareceu!

- Ela quer que eu vá, então eu vou.

Levantei-me repleto de raiva e possesso de determinação, joguei o diário ao chão que foi logo parar na página das fotos. Comecei a andar e acabo pisando na foto de Annie. Então uma frase me vem a mente.


"Rosas são vermelhas;
Violetas são azuis;
Sua face ilumina a alegria;
Que meu amor por ti conduz."


Porque eu estava pensando nisso agora? No poema que Shitôg havia escrito para Annie. Então continuo a andar e então somente luzes do corredor se acendem, e ao olhar para as paredes vejo as frase escrita com uma gosma preta:

OI EU ME CHAMO GHOSTI!!!!

Então uma tristeza misturada ao medo de ter visto aquilo toma conta de mim, como se eu sentisse uma dor de uma perda muito valiosa. Conforme eu andava mais frases apareciam:

QUER SER MEU AMIGO?

Eu continuava a andar.

VOCÊ ME ACHA LEGAL?

Já ia chegando ao final do corredor quando vejo escrito na porta final do corredor.

ENTÃO MORRA COMIGO!

Eu me senti muito triste na hora, não sei por que, o medo já tinha ido embora, só sentia aflição e tristeza. Uma depressão tão profunda que acabei me jorrando em lágrimas. Então fechei meus olhos, e chutei a porta com toda a minha força. A porta é arrombada e abre, no mesmo momento vejo uns degraus na minha frente, mas não consigo ver o final era tudo muito escuro, era uma escada para baixo, então aquele seria obviamente o porão da casa.
Desci rapidamente sem pensar em nada, quanto mais eu descia mais a escuridão ficava mas intensa, porém conforma eu descia uma lâmpada na parede acendia e uma de trás apagava, era como se algo quisesse que eu descesse e chegasse ao final naquele corredor. Chegando lá uma luz se acende no teto iluminando todo o local, eu vejo uma mesa e encima dela livros de magia, bastões e cajados mágicos, ao redor da sala coisas para treinamento físico como bonecos e equipamentos de academia.

Ele era praticante de Darkness Magic.

Cheguei à mesa e vi um livro fechado e uma página arrancada ao lado. O livro se intitulava: “A Magia Escura” não toquei no livro mas peguei a folha e dei uma olhada.


Darkness Incorpore

Transforma o próprio usuário em pura escuridão e total poder mágico, substituindo todo o seu corpo por pura escuridão.
O usuário desta magia pode simplesmente matar pessoas com um toque, pode acabar com a alegria de alguém e programar sentimentos obscuros com um simples olhar.


- Ah meu deus! Isto é…. Magia negra!

Continuei a ler apesar de começar a ligar os pontos agora.


"…Requisitos: Estar no ponto depressivo mais alto de sua vida até o momento para que a magia seja ativada. E nos próximos 10 minutos apos a ativação, uma pessoa precisa morrer em suas mãos para que sua alma se una a você fazendo com que o estado incorporado dure mais três meses."

- Eu não,…. É isso no momento em que….

Então as luzes se apagam de novo e ao acenderem vejo várias frases escritas com escuridão na parede, mas todas dizem o mesmo: MORRA COMIGO!
Comecei a correr de volta para a escada (nem doido ficava mais um segundo ali) quando pisei no primeiro degrau olhei para trás e vi vários portais de escuridão surgindo e deles saindo pessoas, as mesmas que vi nas fotos com o Shitôg, e ainda vi também que alguns estavam vestidos com roupas da cavalaria de Magnólia mas não tinha muita certeza se era realmente aquilo.  Corri naquela escada como nunca corri na minha vida, Nimbo quase não conseguia acompanhar meus passos mesmo voando. Conforme corria as luzes se apagavam ao invés de acender, mas na porta consigo ver uma luz forte.
Chego até a porta e vejo o corredor onde eu estava totalmente em chamas logo me lembro da fogueirazinha que tinha acendido.

- Ótimo!

Olho para trás e vejo facas sendo lançadas na porta, mas por estarem longe nunca me acertariam daquela distância mas mesmo assim temia que me seguissem. Então comecei a correr afinal eu planejava pular entre as chamas. Mas antes que eu chegasse perto o fantasma de Annie se apresenta por completo na minha frente e lança uma espada ensanguentada na minha direção.

Não de novo!

Me abaixo e pego a espada no ar que girava pelo cabo (particularmente não sei como fiz aquilo) mas consegui pegar a espada e aproveitando o impulso de meus movimentos, lancei um golpe de cima para baixo na aparição. Foi quando das sombras que rodeavam Annie surge Shitôg coberto de escuridão que disse:


“Meu amor por ti conduz!”

A ultima frase de seu poema, e então segura a espada com as duas mãos. Logo ouvi Annie dizer: “…eu quase pirei” chorando, logo lembrei que isto estava em seu diário, mas não seria derrotado ali nem por dois fantasmas apaixonados.

- Nimbo! Electrium Cannon!

Nimbo se posiciona encima de minha cabeça e atira uma canhão elétrico que acerta o peito dos dois, então suas imagens começam a desaparecer mas ao fim vi suas duas mãos juntas, como dois apaixonados. Senti- me triste por um tempo mas logo me concentrei em sair dali, pois o fogo estava se alastrando cada vez mais, e o piso de madeira já abrira uma buraco imenso para o sótão da casa.
Preparei-me de longe e corri, e saltei, imaginei que seria fácil passar por aquilo mas ao quase chegar ao final do meu salto, percebo que não conseguiria, então Nimbo me impulsionou e consegui me segurar na beirada do assoalho em brasas. Com minha visão periférica vi abaixo no porão os fantasmas mirando suas facas em mim que estava pendurado na beira do assoalho.  Levantei-me o mais rápido que eu pude, mas ainda senti uma faca rasgando a ponta de minha calça.

- Uffa!

Aliviei-me, e cansado cai sentado no chão do corredor.  Mas as pilastras da casa começaram a rachar e o fogo enfraquecia sua estrutura que possuía algumas colunas de madeira, (afinal a casa não era totalmente de concreto) e como se fosse pouco vi que do outro lado das chamas os espíritos se movendo e chegando à porta de entrada do porão.

Sem tempo para descanso.

Levantei-me e corri para a sala de estar, mas ao passar pela cozinha vi que toda a bagunça que eu deixei tinha sido limpa e os cacos do prato estavam em uma sacola do lado da porta de entrada da sala.

A mania de limpeza!

Cheguei e toquei na porta da sala, então um círculo mágico aparece na frente da porta com a seguinte frase:


As vezes vidas são jogadas fora, sociedades destruídas e felicidades são mortas pois as pessoas não são capazes de dizer ____________________ umas as outras.

______________, The ___________

Então me lembrei de tudo que eu vi dentro dessa casa e de toda a história que começava a se montar na minha cabeça. E então percebi que aqueles acontecimentos poderiam ser evitados caso um deles tivessem a coragem dei dizer ao outro uma frase.
Então toquei no círculo mágico e comecei a escrever com os dedos substituindo as lacunas:


As vezes vidas são jogadas fora, sociedades destruídas e felicidades são mortas pois as pessoas não são capazes de dizer “Eu te amo” umas as outras.

Então me lembrei do nome do poeta apaixonado e reorganizando as letras de seu nome me lembrei das frases na parede e de seu apelido.

Shitôg, The Ghosti


Ghosti tirando o i fica Ghost, que significa fantasma em inglês.
O escudo se desfez deixando a porta livre para ser aberta, mas estava trancada então lancei um ultimo tiro de meu Electrium Cannon na fechadura que foi danificada permitindo que eu arrombasse-a com facilidade.
Eu saí da casa, mas antes olhei para trás, vi a sacola de lixo no canto da porta, sorri e disse:

- Eu levo o lixo fora amigo!

Saí sorrindo e logo pus o lixo no latão fora da casa, mas antes fechei a porta.

Vivam, em paz, fantasminhas apaixonados.

Vi logo Yuuko parado com as mãos para trás esperando.  Aproximei-me dele, eu estava cansado, sujo e fedia como um porco no lixão e Nimbo ainda voava do meu lado. Cheguei bem perto e me pus em postura reta e pus os braços para trás.

- Terminei Senhor!

Disse a ele.

- Relatório do desafio por favor!

Na mesma hora me lembrei de tudo que aconteceu como se um filme passasse na minha cabeça.

- Senhor Yuuko, nesta casa havia um homem de 20 anos que se apaixonou por sua vizinha, seu amor era totalmente incondicional apesar de nunca ter se confessado à garota. Ao roubar um beijo da moça foi aparentemente rejeitado então se entristeceu profundamente e deduz-se que uma possível depressão o fez tentar uma magia proibida do tipo Darkness Magic. Então na mesma hora perdeu o controle da magia, e a garota aparece na casa onde é recebida pelo mago já incorporado por sua escuridão. Como requisito e talvez tomado pela escuridão acho que o mesmo a matou unindo suas almas em uma escuridão eterna. Porém não sabia ele que a mesma chegava para se desculpar e possivelmente se declarar par o mesmo. O que mais me intrigou senhor, é que a magia não se resumia a ele e sim ao os dois espíritos que agora vivem na escuridão desta casa, conforme os passar dos tempos parentes e amigos que entravam eram mortos para serem usados como forma de sustento à magia, inclusive cavaleiros e membros da polícia local. Mas como eu não fui morto a magia deve ser dissipada em menos de três meses. E então,…

Virei-me e olhei para a casa e sorri.
- …Eles poderão se viver seu amor na eternidade.

Yuuko sorri o olha para uma prancheta em suas mãos e escrevendo algo nela.

- Entendo! Bem, aguarde os resultado de seu teste ali.

Ele aponta para um banquinho onde já podia ver alguns candidatos.
Comecei a caminhar em direção aos banquinhos mas enquanto isso comecei a pensar no que eu aconteceu, e me senti feliz comigo mesmo, sabe aquela sensação de trabalho feito? Então, mesmo que eu não passe nas olímpiadas, mesmo que meu clã sinta vergonha de mim por não passar, ainda me sentiria feliz.  Olhei no relógio e vi que fiquei mais de meia hora lá, então me virei para Yuuko e chamei seu nome, ele se virou e disse:

- Tem mais alguma coisa que queira em contar, olha, eu ouvi gritos de socorro e agonias vindo de lá de dentro.

Assustei-me por um tempo pois não me lembro de ter gritado, talvez tenha sido tudo uma ilusão na minha cabeça feita com magia e eu tenha ficado delirando enquanto sonhava com tudo que aconteceu. Mas estava com muito sono e preguiça para pensar nisso agora, então senti uma reviravolta em minha barriga.

Eu falei! Meia hora, viu?

- Não, não, só gostaria de saber só se tem algum banheiro por aqui!



… continua…. No próximo post! ^^




Técnicas/Itens citados ou usados:
Spoiler:

Nome: Boneco Atesanal
Dano: 3
Preço: 40.000 Jewels
Bônus: +2 Acerto
Requisito: Level 1

Nome: Formação: Electriun Cannon !                
Level: 1
Tipo de Magia: Humam Posseission
Numero de Técnicas: 0
Descrição: Ao apontar para o alvo, meus bonecos se posicionam de frente para o alvo. Um circulo magico se forma na frente de cada 1 deles e dele sai um tiro de trovão continuo em linha reta. A mudança na quantidade dos bonecos não altera o gasto magico, podendo ser executada com 1 ou + bonecos.
Restrição: Uma defesa ou um contra ataque de um elemento mais forte que o raio obtem total exito contra esta magia. O tiro só segue em linha reta e só possui a espessura  de pouco menos do tamanho da palma de uma mão (cerca de 6cm de expessura).
Dano: Dano + Acerto
Bonus: -x-
PM:16

Nome:  Posição de Defesa: Spirit Shield!                  
Level: 1
Tipo de Magia: Humamn Posseission
Numero de Técnicas: 1
Descrição: Ao posicionar um de meus bonecos na minha frente, um circulo magico surge na frente dele fazendo com que uma mão de luz apareça do circulo e segure qualquer magia que foi direcionada a mim, me defendendo. Caso a defessa obtenha sucesso, a magia inimiga e aniquilada.
Restrição: Se o dano inimigo for maior que minha taxa de bloqueio a defesa falha. Caso a defesa obtenha sucesso eu não posso usa-la no mesmo boneco durante 2 rodadas, porem se eu falhar na defesa eu sou atingido mas posso usa-la novamente em outra ocasião. Esta magia so pode ser executada com 1 Boneco por vez.
Dano: -x-
Bonus: + 3 de defesa
PM: 14




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