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Treino de Ryu Hoshi

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Treino de Ryu Hoshi

Mensagem por Erj Euclid em Qui Jan 02, 2014 8:59 pm


Treino de Nivel 1


Atributos treinados: Poder Magico, Vitalidade, Força, Carisma e Inteligência

Ficha: Aqui.

--------


O dia já tinha surgido a alguma horas e eu encontrava-me num planície bem a saída da cidade de Hargeon. Olhava para a cidade com um olhar pensativo e ao mesmo tempo um pouco aborrecido comigo mesmo.
A verdade é que eu tinha as duas chaves da minha mãe, mas sempre que tentei invocar os meus dois espiritos seguidos, nunca o conseguia fazer e isso não sai da minha mente:

- Eu sou um cavaleiro. Vou-me envolver em varias lutas e não posso depender em todas as lutas do mesmo espírito. - Fazendo uma pausa olhando para o céu. - Eu ainda não consigo abrir dois portões ao mesmo tempo, mas também não consigo invocar o Erj e depois invocar o Aeriol. Tenho sempre que esperar um pouco. - Fazendo outra pequena pausa. - Tenho que aumentar o meu poder magico. Só que não sei como fazer isso.

Sendo assim, acabo por dar dois passo em frente e começo a ouvir as minhas chaves a baterem uma na outra. Olho ligeiramente para elas e começo a pensar, depois de pegar nelas:

- Os meus espiritos sempre em ajudaram em situações de necessidade. Será que ele podem ajudar-me agora?. - Fazendo uma pequena pausa olhando para as chaves. - Mas qual dos meus espiritos devo invocar para me ajudar? O Erj é é um espírito perito em combates. Seria perfeito para treinar a minha minhas capacidades físicas e o poder magico. Mas o Aeriol é um espírito muito inteligente. Com certeza que ele tem mais técnicas para treinar o meu poder magico...

Estava tão indeciso sobre qual espírito invocar, que não sabia o que fazer. Queria duas coisas completamente diferentes de dois espiritos completamente diferentes, podendo invocar apenas um de cada vez e tendo de esperar um bocado depois de invocar um dos meus espírito, para invocar o segundo.
Não queria esperar, simplesmente que tudo ao mesmo tempo e não sabia o que fazer. Uma raiva de mim próprio começava a crescer, pois não conseguia fazer nem de perto o que a minha mãe fazia. Já nem me referia a abrir dois portões em simultaneidade, mas sim a invocar espiritos seguidos.
Enquanto pensava nela e a minha raiva crescia, pensava nela também e as suas palavras percorriam pela minha mente, sendo uma delas a seguinte frase, " Não se pode ter tudo de uma vez. Tudo tem a sua ordem. "
Nunca tinha percebido o que ela queria dizer com aquilo e a verdade é que sempre tentei desvendar o que ela queria dizer e qual era o significado dessa frase. Voltei a pegar nas minhas chaves e olhei para ela. Respirei fundo, para me acalmar e voltei a olhar para elas pensando:

- Tudo tem a sua ordem? Mas o que é que ela quer dizer com isto? Tudo o que está a minha volta não tem ordem, apenas caos.

De súbito começo a ouvir o som de algo a bater no chão e ao olhar para o meu lado direito vejo uma árvore com umas pedras a sua volta. Tinha a sensação que o som vinha dali e por isso, aproximei-me. Estando a frente dessa árvore, não via nada que pode-se ter feito aquele som, até ao momento em que um pequena esfera preta cai mesmo a frente dos meus olhos. Ao olhar para essa esfera preta e ao aperceber-me que era uma semente, penso para mim mesmo:

- Era só uma semente da árvore. Quem diria que esta coisa tão pequena vai se tornar numa árvore também e largar sementes como ele é agora. - Pegando na semente e olhando para ela.

Ao pensar isto, fez-se luz na minha cabeça. O que eu achava estava errado. Tudo o que estava a minha volta não estava envolvido no caos, mas sim em ordem e ciclos, como esta semente. Começa como semente, cresce e acaba como árvore, dando depois origem a outras sementes, formando um ciclo.
Ai percebi, Tudo tinha uma ordem e eu também devia ter. Nisto sem pensar duas vezes, pego numa das minhas chaves e digo com o braço esticado:

- Gate Of The Sky Cat, I Open Thee! Aeriol WindSpring!

A minha chave começa a brilhar e o Aeriol aparece a minha frente sorrindo, dizendo depois:

- Já percebes-te não já? - Fazendo uma pausa. - Tudo tem uma ordem.
- Acho que sim... - respondendo um pouco inseguro. - E eu também devo ter uma ordem, acho eu... Começo com pouco poder magico, desenvolvo-o e aumento-o a medida que vou vivendo e depois um dia morro, sendo a vez dos meus filhos percorrerem o mesmo caminho que eu percorri. É isso não é?
- Sim. É isso mesmo. - Fazendo uma pausa. - A tua mãe também começou como tu estas agora e foi-se desenvolvendo tal até conseguir o que conseguia fazer. - Sorrindo-me.

Ao perceber isto, acabei por sorrir, baixando a cabeça e num acto um pouco de coragem e de convicção, pois a verdade é que sou um pouco ou até mesmo bastante tímido, olho para o Aeriol com um olhar serio e ao mesmo tempo decidido, dizendo:

- Por... Por favor, ajuda-me a percorrer o mesmo caminho que a minha mãe precorreu! Por favor...

Depois disto, eu abaixei a minha cabeça com um pouco de vergonha, mas mesmo assim, não sai do lugar onde estava nem perdi a postura. Queria muito evoluir, mas estava um pouco nervoso e envergonhado com a convicção que usei para lhe pedir ajuda.
Consegui ver que o Aeriol estava espantado, mas mesmo assim ele sorriu e disse-me:

- Claro que ajudo. É esse o meu trabalho.

Ao ouvir as palavras dele, levantei a cabeça e olhei para ele com um enorme sorriso. Apenas o vi a apontar para o chão e não estava a perceber o que é que ele queria dizer, mas assim que a palavra " senta-te " saiu da sua boca, finalmente percebi e fiz o que ele disse.
Assim que me sentei com as pernas cruzadas, Aeriol começa a andar a minha frente, de um lado para o outro, de braços cruzados nas costas e dizendo:

- Já que queres tanto aumentar o teu poder magico vou dar-te um treino um pouco difícil. A tua mãe também o fez e este vai depender muito da tua resistência fisica e do teu poder magico. - Parando a minha frente e olhando para mim seriamente. - Limpa a tua mente e sente a energia a tua volta. Deixa-a entrar no teu corpo e tornar-se a tua energia, enchendo-te.

Pela explicação dele e pela indicação, não percebi bem o que é que ele queria dizer com depender a minha resistência também, pois estava sentado sem me mexer.
Mas mesmo, mesmo assim, obedeci e comecei a limpar a minha mente e deixar a energia de tudo o que estava a minha volta, entrar em mim. Conseguia senti-la, o meu corpo estava a encher muito rapidamente, tão rapidamente que o meu próprio corpo começara a doer.
Sentia os meus músculos a esticarem-se cada vez mais a medida que o tempo passava. Não só os meus músculos mas sim todo o meu corpo. Era come se estivesse a encher um balão de agua para alem do limite, até este rebentar.
Queria parar, pois as dores estavam cada vez maiores com o passar do tempo e eu sentia que ia explodir, mas tentei resistir durante mais tempo. Só que foi em vão. Com apenas uns 20 minutos de deixar a energia do que estava a minha volta entrar em mim, acabei por cai para trás gritando de dores, ficando deitado com a respiração pesada.
Ao olhar para mim, o Aeriol diz:

- A teoria percebes-te, mas se calhar, este treino é demasiado exigente de ti.
- Não! -  Levantando-me e já não me importando com o que o Aeriol ou outra pessoa qualquer pensa-se do que estava a afirmar, deixando de por a minha convicção em causa como fazia sempre com a minha timidez. - Eu... Eu vou conseguir!

Já estando sentado, voltei a fazer o que o Aeriol tinha-me dito. Voltei a deixar a energia entrar em mim. Os meus músculos que se tinham voltado a comprimir quando cai para trás, voltaram a esticar-se a medida que a energia voltava a entrara no meu corpo. Não demorou muito tempo até eu voltar a sentir as dores que tinha sentido antes.
Agora percebia o porque de o Aeriol dizer que este treino também dependia da minha resistência física, pois se eu não estivessem em forma o meu corpo não iria aguentar tanta energia.
Sentia que tinha passado o meu limite e estava cheio de dores e sentia-me quase a explodir, mas mesmo assim, tentava aguentar. Já conseguia sentir gosta de suor a escorrerem pela minha cara e corpo de tanto os meus músculos se esticarem, mas tinha de haver alguma forma de conseguir fazer este treino de forma a não por a minha vida em risco.
O que eu queria era aumentar o meu poder magico, para isso, teria de aumentar o tamanho do meu recipiente magico, só que não queria rebentar como um balão.
Ao fazer esta comparação, veio-me um balão a cabeça. Ele enchia-se de ar um pouco mais do que o seu limite e depois esvaziava-se. Assim que se esvaziava, conseguia vê-lo a ficar mais esticado e foi ai que pensei para mim mesmo:

- É isso!

De repente deixei toda a energia que estava no meu corpo sai, até eu ficar completamente vazio de energia magica e assim que fica-se, deixava-a voltar a entrar até sentir que tinha ultrapassado ligeiramente o meu limite e depois voltava a deixa-la sair.
Acabara de descobrir o segredo deste treino. Tinha que ultrapassar o meu limite aos pouco e não apenas de uma vez. A medida que o meu corpo enchia e se esvaziava de energia eu sentia os meus músculos a esticarem-se e a contrair. Apesar de todas as dores as quais o meu corpo estava a sentir, conseguia perceber que a medida que ia repetindo isto, o limite do meu corpo ia aumentando a medida que me enchia e esvaziava de energia.
Estava a superar os meus limites físicos e mágicos, a medida que ia criando novos limites assim que superava os velhos.
Depois de uma meia hora a repetir os mesmo movimentos, levanto-me com algumas dores e parando de encher o meu corpo de energia, dizendo para o Aeriol.

- Obrigado. Consegui perceber o porque de me teres feito este treino.
- Não é preciso agradeceres, estou cá para ajudar. - virando as costas e começado a andar, olhando depois para mim por cima do seu ombro. - Alias, foi bom ver-te a perder um pouco da tua timidez e a mostrares o carisma.

Enquanto dizia isso, conseguia ver o Aeriol a sorrir, enquanto o seu corpo desapareceria, voltando para o mundo estelar. Ao ouvi-lo a dizer isso, fiquei um pouco envergonhado mas depois apercebi-me que até foi um treino divertido de ter tido atitudes que normalmente não teria, diverti-me muito. Isto fez-me pensar que talvez deve-se esforçar-me para deixar de ser tão tímido, mas agora não podia pensar nisso. Sendo assim, peguei na chave do Erj e disse, implorando para mim mesmo que tive-se conseguido aumentar o meu poder magico o suficiente para o conseguir invocar depois de invocar o Aeriol:

- Gate Of The Ocena Cat, I Open Thee! Erj Euclid!

A minha chave começou a brilhar tal como eu me tinha implorado a mim mesmo, o Erj aparecera normalmente, a minha frente.
Ao vê-lo ficai tão feliz que comecei a dar pulos de alegria e a gritar a palavra " consegui ". Assim que deu por mim, o Erj estava a saltar como eu e a dizer o mesmo como eu enquanto me agarrava as mãos. Depois olha para mim e pergunta com uma expreção de quem não percebeu nada:

- Uhm... Esta-mos a celebrar o que?

Ao velo a olhar para mim, acabei por ficar um pouco envergonhado por ele me ter visto, mas rapidamente respirei fundo e disse com uma voz um pouco seria e com um sorriso:

- Eu estava a celebrar o facto de ter conseguido invocar-te, depois que invocar o Aeriol. Tu não sei o que estavas a celebras.

Com esta resposta eu tentei ao máximo manter a minha compostura e agir como se nada fosse, mas por dentro só pensava o quanto estava a fazer uma figura ridícula e que não devia ter dito aquilo. De súbito o Erj diz:

- Uhm... Não sei o que o Aeriol te fez, mas estou a gostar dessa postura. - dando uma gargalhada. - É a mesma postura que usas para pousas.
- Por favor não me fales dessas revistas para as quais eu poso.
- Porque? Eu compro todas as edições.
- Mas tu és algum tarado ou que? - Olhando para ele com os olhos meios fechados.
- Não, alias nem sei quando porque as compro. É melhor ver-te no banho. - Dando uma grande gargalhada.

Ao ouvir aquilo, eu comecei a ficar um pouco irritado e comecei a andar na direcção dele. Ao ver-me ele começou a correr, fugindo de mim. A minha vontade era espaçá-lo, mas o meu corpo já estava tão dorido do treino do Aeriol que mal me conseguia mexer. Via-o a correr de um lado para o outro como se não fosse nada e isso estava-me a deixar desanimado e ia parar, mas ouvi o Erj a dizer:

- Se queres aumentar a tua força física, não podes parar. - sorrindo.

Foi nesse momento que eu percebi que ele tinha usado o psicologismo para me por a treinar a minha força sem eu me aperceber. Sendo assim, continuei a correr que nem um doido atrás dele, só que o problema é que ele era muito rápido.
Alias, ele virava a qualquer momento e sempre que eu virava, mudando de direcção, quase caia por o meu corpo estar tão dorido.
Sentia o meu suor a cair e o meu corpo a envolver-se cada vez mais enquanto mexia as minhas pernas para correr.
Já não aguentava vais e de repente o Erj para e virando-se para mim enquanto eu paro também diz:

- Correr já está a perder a piada. Vamos fazer flexões.
- Tu és uma peste... Sabias? - digo eu com a respiração muito pesada.
- Eu também te adoro. -sorrindo.
- Um dia destes, eu mato-te...
- Sou imortal, por isso, não matas. - rindo a gargalhada.

Enquanto esta conversa decorria, eu colocai-me em posição de prancha e comecei a baixar o meu corpo e a levanta-lo com os braços. A verdade é que as respostas do Erj começavam a dar-me vontade de rir, seria por que estava a perder a minha timidez? Não sabia, apenas sabia que mal fiz a primeira flexão, comecei a sentir tonturas e a minha vista a falhar.
O meu corpo estava exausto e eu não tinha parado para descasar um pouco. Só uma flexão parecia ter demorado uma eternidade e levado todas as minhas forças, mas respirando bem fundo e fechando os olhos, continuei a fazer as flexões.
Fiz mais 4, já tendo completado 5. Não sabia quantas o Erj queria fazer, mas eu já me sentia exausto. Era como se tivesse envolvido em mantos de dor e de cansaço e enquanto baixava e subia, baixava e subia o meu corpo, as dores e o cansaço aumentavam. Já estava na flexão numero 8 e a milha cara parecia uma nuvem de chuva, pois as gotas de suor caiam dela como chuva.

- vá la só falta mais duas..
- Finalmente! - disse com grande alivio.

Sabendo que estava perto do final, reuni todas as forças que tinha e até as que pensava que não tinha e acabei por fazer as duas flexões. Assim que as acabei, deixei o meu corpo tombar no chão enquanto respirava cheio de dores e completamente cansado.
Ao ver-me o Erj cria uma espera de agua sobre a minha cara, outra sobre as minhas costas e uma terceira sobre as minhas pernas, deixando-as cair em cima de mim. A agua estava fria, mas saia tão bem que me tinha aliviado um pouco e por isso olhei para ele e disse:

- Obri... Obrigado.... - respirando pesadamente
- De nada. Mas só fixe-mos 10 flexões. Foi pouco. - Parecendo aborrecido
- Experimenta fazer fazer o treino que o Aeriol me fez e depois diz se é pouco ou não! - Fingindo um tom de voz de chateado.
- Uhm... Cada vez gosto mais deste teu lado não envergonhado. - Começando-se a rir.

No meio de esta conversa toda, apenas sei que em vez de ficar envergonhado, apenas comecei-me a rir com o Erj. Apesar de não ser o meu tipo de respostas, esta a divertir-me muito com esta conversa estúpida.
Depois de descansar um o Erj deita-se de costas, eu também o faço e começa-mos a fazer abdominais. Agora que já tinha descasado, estava mais fresco e já não sentia tantas dores.
Fiz o primeiro, o segundo e o terceiro sem problemas, a partir do quarto é que comecei a sentir de novo as dores e o cansaço. Mas desta vez as dores eram maiores no meu abdómen. MAs mesmo assim, continuava a levantar e a baixar o meu corpo.
Para alem das dores e do cansaço, sentia algumas gostas do meu suor a saltarem-me da cara e a voltarem a embater na minha cara, enquanto outras caiam na relva.
Estava exausto, mas faltavam-me apenas dois abdominais e por por isso com muito esforço, consegui acaba-los.
Ao acaba-los, levantei-me e disse para o Erj:

- Obrigado, sem ti nunca conseguiria.
- Não quero agradecimentos. Quero recompensas.
- Recompensas? - Sem perceber o que ele queria dizer.
- Yap. Quer ver-te nu. - Sorrindo e com um brilho nos olhos.
- Vai-te embora! - Esticando o meu braço para a direita apontando, ao mesmo tempo que fazia uma voz de chateado.

Ao ouvir a minha resposta, o Erj levanta os braços no ar, como se alguém lhe tive-se apontado uma arma e ri as gargalhadas zuando comigo.
Eu continuei a olhar para ele fingindo-me de meio chateado, sendo que se os meus olhos disparassem balas, o Erj estaria pior que um queijo suíço. Nisto o Erj baixa os braços e acrescenta.

- Gosto mais de ti quando és brincalhão e não tímido. - piscando o olhos enquanto desaparece.

Ao ouvi-lo, e a vê-lo a desaparecer, eu volto a minha posição normal, sorrindo ligeiramente e pensando o quanto ele era um idiota, mas ao mesmo tempo, meu amigo. Ao olhar para o meu corpo e o ver-me todo soado, decido voltar para a cidade para tomar um banho e enquanto caminhava, pensava para mim mesmo:

- Tenho de arranjar maneira de ele não me conseguir ver a tomar banho. - Com uma cara de meio aborrecido e a pensar que o Erj estava aos pulos de alegria no mundo estelar por ver que eu ia tomar banho.
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Re: Treino de Ryu Hoshi

Mensagem por Lord.Kiaro em Sex Jan 03, 2014 5:23 pm

Gostei de como narrou o treino de sua inteligência, bem original. Tente focar agora em diminuir o tamanho do post, tente focar sua descrição em algo mais centralizado. Com a mesma qualidade.


Avaliação:

Poder Magico: 4

Vitalidade: 3

Força: 3

Carisma: 3

Inteligência: 4




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