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Treino de Fonseca

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Treino de Fonseca

Mensagem por Fons em Seg Jan 06, 2014 2:35 pm

Treinamento: Agilidade, Inteligência, Poder Magico, Vitalidade, Percepção
Ficha:
http://fairytailadventure.forumeiros.net/t7353-hayato-fonseca

Acordei. Deitado em uma praça, sem nada. Pais desaparecidos em uma missão. Meu antigo mestre, que me ensinou take over era alguém legal, mas não seria ele quem iria me dar abrigo. Então estive dormindo na rua desde então. Procurando trabalhos e guildas, mas até o momento nada. Estava em uma parte mais afastada de magnólia agora, sempre dormia em locais mais afastados, para não me incomodar com a presença de pessoas. Estava em uma montanha, perto da cidade. No local, tinha um pequeno lago, algumas arvores e uma delas sendo a maior de todas. Além de algumas rochas e mais montanha. A parte em que estava era algo semelhante a uma clareira. E hoje, resolvi tirar meu dia para treinar.

Começaria com um simples treino de vitalidade. Apoiando minhas duas mãos no chão e com um impulso vindo de meus pés, ergueria meu corpo usando minha força, ficando enfim do que se chama Bananeira e ficaria assim até meu corpo chegar ao limite. Ao mesmo tempo também treinaria minha agilidade, com o equilíbrio que era necessário para me manter naquela posição.

Fiquei naquela posição por cinco minutos, sem muito problema, mas sentia meu sangue ir descendo para minha cabeça. Se concentrando no mesmo e mantendo-se ali. Seria bem problemático, na hora em que caísse, pois o sangue voltaria de uma vez, causando-me dor, mas não era o que importava no momento. Trinta minutos. Meu tempo recorde até esse dia, mas começava a sentir o suor a escorrer já e meu corpo se cansar, a alguns minutos antes, uns dois ou três. Resolvi sair então. Abaixei primeiro minhas pernas, colocando-as calmamente no chão. Depois ergue parte por parte de meu corpo, de forma lenta, para que o sangue não descesse de uma vez e causasse dor.

Cansado, parei perto do lago e lavei meu rosto na fria agua, pude perceber com o contato da mesma com a minha pele, mas naquele dia quente, era gostoso e refrescante. Parei em frente a arvore, sentei-me em postura de índio. Iria utilizar de uma técnica que meu mestre havia me ensinado para aumentar tanto meu poder magico, como minha percepção e minha resistência. Uma técnica que minha mãe, uma maga estelar, fazia com muita frequência!

Concentrei-me, deixando minha mente vazia. Foquei em sentir como o vento soprava, como a agua daquele lago fluía e como as folhas se mexiam. Também tentei sentir os animais e sentir as respirações dos mais próximos a min. Isso era meditação. Minha primeira tentativa não foi tão bem sucedida, pois não consegui esvaziar a mente. Mesmo esses sons, no silencio, eram meu incômodos. Então tentei novamente, tentando suportar os incômodos sons, que na verdade não eram nada. Consegui sentir como o vendo soprava, conseguia perceber como o mesmo era leve e refrescante ao toque da pele. Consegui ouvir pequenos peixes ali perto, perceber o pequeno barulho que os mesmos faziam com suas caudas a bater na agua, exigindo alguns esforços dos mesmos e o pequeno barulho do choque das caudas com a agua, o toque da mesma, refrescante, gélida, realmente como havia sentido. Além das flores, o barulho do chacoalhar da mesma, choque de um galho com outro, o atrito do vento com os ramos e as folhas, levando folhas mais velhas e amareladas, folhas de outono caírem com o leve sopro do vento. Com essa tentativa, descobri a natureza, descobri a mesma com outros olhos que não eram meus olhos.

Agora viria o complicado. Teria que me sentir parte daquilo, sentir que aquilo tudo era eu e eu era aquilo tudo. A parte da percepção estava feita, agora era a entrada do poder magico e da resistência do corpo. Em minha primeira tentativa, senti meu corpo se cansar, senti o mesmo pesar, senti mesmo com os olhos fechados, meu corpo aos poucos sair milímetros do chão, tudo isso pelo fato de eu ter conseguido concentrar meu poder, ter conseguido me sentir um com a natureza. Porém não foi o suficiente! Cai no chão, devido à exaustão. Senti meus músculos doerem. Teria que passar por todo o processo novamente.

Fiz toda a percepção do ambiente mais uma vez, o que não foi simples, mas foi mais fácil que a primeira vez. E depois era a hora, comecei a me sentir um com o ambiente, um com aquilo tudo, um com o planeta, a natureza. Comecei a liberação de meu poder magico. Sentia um pequeno vento, começar a levantar-me do chão alguns milímetros e ao mesmo tempo, senti meu corpo se cansar novamente, suor escorria de min e eu começava a liberar mais e mais poder magico, até que finalmente abri meus olhos, e com um berro estridente e bem alto disse:

- TAKE OVER! AQUA DEMON: RIKU!

Uma bola de energia magica se fechou a minha volta. Senti como se estivesse sendo controlado, sendo pego por outro ser, que se instalava dentro de min. Aos poucos, senti meus braços se transformarem, grandes unhas surgiram em minhas mãos, meus pés, começaram a mudar, nadadeiras entre os dedos apareceram e a pele se tornou de uma cor verde e marrom. Uma calça jeans cobria meu corpo na parte inferior e a mesma era grudada a min. Uma máscara cobria meu rosto, mas não impedia minha visão, parecia que meu rosto era aquela máscara e meus cabelos, se espetaram e ficaram azulados. A bola de energia desapareceu, revelando uma criatura, diferente do que eu era.

Não conseguia me controlar, meu corpo começou a se mover sozinho, de forma aleatória, realmente era complicado, não conseguir controlar minha magia ainda. Apenas não perdia a consciência como no início de tudo, mas não tinha o controle exato de tudo. Avancei, contra a minha vontade, com uma grande velocidade para o meio daquela floresta. Fechando meus dedos, formando com minhas unhas afiadíssimas, uma faca, que cortou três arvores, não conseguia me controlar, naquela forma, conseguia ir de forma bem veloz, e havia um bom tempo que não me deixava ser possuído por ela por completo. E dessa vez, havia perdido o controle. Sai pela floresta, pulando de um galho a outro, com uma rapidez excepcional. Adentrei mais e mais na mata, até chegar a uma casa. Isso era ruim, estava sem o controle de meu corpo, apenas vendo o que se passava pelo mesmo, mas sem o controle. Via no jardim da pequena casa de madeira, uma criança que colhia flores e era para lá que eu estava me dirigindo.

- NÃOOOOOOOOOOOOOO!

Consegui o controle por míseros segundos, tempo o suficiente, para que a criança me ouvisse e corresse assustada. Parei em um galho e estava perdendo o controle novamente. Percebi algo, pelo canto do olho vindo para minha direção, era uma pedra, aproximadamente do tamanho de uma bola de basquete e agilmente, joguei meu corpo para baixo, desviando daquele projetil. Mas nem demorou tanto, para que fosse atingido no estomago, por outro projetil idêntico ao anterior. Fui lançado e bati na arvore, deixando que eu cuspisse um pouco de sangue. Achei que podia parar, mas não. Mais projeteis vinham em minha direção. Deixei então nas mãos do demônio, ele teria que se virar, pois em agilidade ele era muito superior.

Dois projeteis vinha juntos, um do lado de outro, não podia desviar para a esquerda, nem para a direita, então, esquivei-me usando a arvore, forcei o tronco e o acabei quebrando, mas com o impulso, desviei das rochas e fui para em um galho. Mas logo em seguida, vieram mais três pedras, uma atrás da outra. A primeira, desviei saltando para outro galho, da segunda, tive que saltar para baixo e ficar pendurado, penso, segurando o galho e a terceira, pegou novamente em eu estomago, fazendo com que eu caísse da arvore e fosse ao chão.

Tentei me levantar e consegui ver uma forma humana, uma mulher era ela quem arremessava as pedras por meio de magia. Um pouco cansado, comecei a sentir minha forma tremeluzir e então mais três pedras vieram em minha direção. Uma próxima ao meu braço esquerdo e isso me deu a possibilidade de cortar a rocha com um rápido movimento, usando minhas garras. Uma segunda veio em direção de meu joelho, o que me fez cair e uma terceira, veio próximo de minha cabeça e para desviar dela, tive que jogar todo meu corpo no chão.

Voltei me erguer. A mulher começava a ficar desesperada. Minha perna esquerda estava ferida, mas graças a alguns treinos de vitalidade, ainda conseguia suportar ficar de pé. Meu corpo aguentava, mas minha mente não. Fui engolido pelo demônio, comecei a perder a consciência. Estava me posicionando para minha técnica. “Não! Não!” Tentava impedir, mas então lembro de ter fechado os olhos, mas ter ouvido minha técnica se acumular e sair e ver um grande pedregulho vir em minha direção:

- Aqua: Blast Cannon!

A voz estridente do demônio soltou com uma grande quantia de poder magico, uma de minhas técnicas mais fortes, porém o estado de exaustão de meu corpo, fez com que eu caísse e a mesma não fosse finalizada, liberando apenas uma jato de agua, o suficiente para regar uma planta. “Graças a deus”. Perdi completamente a consciência por completo e quando acordei, pude ver que estava na casa da que havia atacado. De longe a mulher abraçava a criança com uma expressão de medo, de raiva e preocupação ao mesmo tempo. Levantei-me e ela pisou no chão, fazendo que desse, saíssem 3 rochas, miradas a min. Coloquei a mão na cabeça e senti meu joelho doer. Meu estomago revirava, queria vomitar, mas não podia, pois o mesmo não saia. Olhei para a criança que esboçava medo, medo e muito medo. Estava me sentindo muito mal...

- Desculpem... Fui dominado pela minha magia. Mas graças a deus não machuquei vcs... Perdão!

A mulher não pronunciava uma palavra, fui tentar me levantar e a mesma lançou uma das rochas que flutuava a sua volta, por pouco, consegui virar o rosto e ver a rocha explodir a parede de madeira, dando uma visão para a floresta.

- Cai fora... Não queremos demônios aqui! VAI EMBORA!

Arremessou uma outra pedra e joguei meu corpo sobre a cama, pois se fosse pego, ainda mais em forma humana, morreria. Levantei-me já indo para fora. Olhei para o chão e vi um livro, peguei o mesmo e comecei a me afastar, olhado para a mulher a cada segundo, percebia que não sentia mais nada, parecia estar contaminada com algum tipo de instinto protetor. E esse era a fonte mais forte de poder. Ela não ligava para minha vida, mas eu sim. Virei de costas e sai correndo, o máximo que pude, mancando, mas querendo me afastar. Estava assustado comigo mesmo.

Voltei para a clareira, onde tudo começou. Sentei-me encostado na arvore, me sentindo muito mal, mas sabia que não poderia ficar assim para sempre, então peguei o livro que havia “roubado” da casa da mulher e comecei a lê-lo.

Livro sobre carpintaria, meu oficio, algo que eu gostava muito de fazer, a cada página, consegui ver novas formas de arquitetar moveis, simples, como cadeiras e mesas, até coisas feitas de madeira, porém mais complexas, como casas simples, barcos e diversas outras coisas. A cada pagina, um novo aprendizado, algo novo para min, e assim aumentaria minha inteligência, aprendendo novas formas de fazer moveis e utensílios que eu adorava fazer.
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Re: Treino de Fonseca

Mensagem por Lord.Kiaro em Sex Jan 10, 2014 2:58 pm

Então... até que foi bom, mas tem como melhorar. Gostei de como escolheu seu treino em poder magico
porém o resto deixou a desejar. Evite descrever uma história como se apenas estivesse contando. Ponha mais pensamentos do seu personagem, sentimentos, o que vc sentiu/viu naquela hora. E não apenas "fui ali fiz isso, aconteceu isso, ai eu vi aquilo..." evite sempre isso.
Principalmente é ruim quando colocam "fiz isso para treinar minha vitalidade", é como se estivesse apontando para o avaliador "Olha oh! Aqui que ta a parte de vitalidade ohh!! -->". Use sinônimos, ou apenas deixe seu treino falar por si próprio.


Avaliação: Regular


Agilidade: 3

Inteligência: 2

Poder Magico: 4

Vitalidade: 3

Percepção: 3




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