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Treinos Shogih

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Treinos Shogih

Mensagem por Shogih V. em Sex Jan 24, 2014 11:34 pm

Treino 1

Atributos: Força, Vitalidade, Poder Mágico, Agilidade, Inteligência.

Ficha

~~~~~~~~~~

"Do que adianta saber usar magia se não me esforço em aprimorá-la?" Era este o pensamento que pairava em minha cabeça. Eu sabia usar magia, Wind Magic para ser específico, mas após aprendê-la, eu nunca fizera algo para torná-la mais forte. "Tudo bem, farei algo hoje!" Contudo, ao invés de começar a me exercitar e utilizar magia, eu continuei sentado, olhando para minha flauta. De alguma forma, sentia que ela me intrigava. Na tentativa de me acalmar, comecei a tocar uma suave canção. Calma e serena, sentia seu som penetrar em meu corpo.

Acidentalmente, esqueci-me de tampar um dos buracos da flauta, fazendo uma nota diferente da que eu desejava. "Espera... A flauta faz sons de acordo com o vento que sai dos buracos. Como posso utilizar isso?" Fiquei olhando para as esferas das quais saiam os sons. Eu tampava-as com o dedo, mas eu costumava tapar os buracos errados de vez em quando, o que fazia sair um som indesejável. "Já sei o que posso fazer. Se eu tentar usar minha magia para sair em determinados buracos, conseguirei o som desejado, além de que poderei melhorar meu controle sobre minha magia, afinal, vou ter que determinar quais esferas soltarão o som e quais não."

Flauta:



Uma flauta possui 7 buracos na parte de cima, e 1 no lado oposto.

Segurei a flautas com as pontas do dedo indicador e polegar de ambas as mãos. Primeiramente concentrei-me em apenas fazer o vento entrar pelo bocal e passar pela haste. Sabia que o vento passava por todos os buracos, então o som saia feio. Na verdade, nenhuma nota estava sendo tocada. Então respirei fundo e concentrei-me para que ela passasse por todas, anão pelo primeiro buraco do lado de cima, e pelo de baixo. Isso formaria a nota dó. Porém, não saiu da forma como eu esperava. Mais uma vez tentei. Concentrei-me mais uma vez, o foco era o mesmo. Respirei fundo e ativei minha magia, mas nada funcionou.

"Será que não tenho o suficiente? Como posso melhorar isso?" Fiquei parado olhando para o céu, enquanto pensava numa solução. "Se bem me lembro, meu irmão havia me dito que dentro de cada um de nós há um recipiente que guarda nossa magia. Ele sempre pode armazenar mais, contando que treinemos. Mas acho que não sei como fazer isso. Por ser mago de vento, acho que devo melhorar minha respiração, algo nesse sentido."

Coloquei o instrumento de lado e sentei-me de pernas cruzadas. Apoiei as mãos à frente da barriga e comecei e respirar profundamente. O pulmão humano tem uma capacidade máxima que consegue suportar inspirar. Eu inspiraria meu máximo, e soltaria vagarosamente. Imaginava o vento entrando pelas minhas narinas, passando pela faringe e laringe em seguida. Ele descia pela traqueia até chegas aos brônquios de meus pulmões. Lá ele se dividia em cada um dos bronquíolos até chegar aos alvéolos. E enquanto eu expirava, ele fazia o caminho oposto, mas aos invés de sair pelas fossas nasais, ele vinha pela boca.

Senti-me estranho imaginando o trajeto para o ar. "Parece melhor pensar em mim como o vento, viajando pelos locais." Talvez isso me ajudasse em alguma coisa. "Se eu se o ar e direcioná-lo para meu recipiente mágico posso conseguir algo. Mas será que sou capaz?" Respirei fundo novamente, voltei a me imaginar como o vento passando pelo meu corpo, mas imaginava que parte do ar era absorvido pelo corpo, como se ele absorvesse partículas. Eu imaginava tudo isso sendo transportado para meu recipiente mágico. De certa forma, senti que o ar expirado era menor que o ar inspirado.

Mais uma vez inspirei, porém, agora numa velocidade mais lenta. Pensei em cada parte do meu corpo como um aspirador de pó, sugando o ar para si. Tive que inspirar novamente, foi quase como se eu não tivesse respirado. Eu estava sufocando. "Pode ser feito de ter ar em lugar não apropriado dentro de meu corpo." Desesperado, libertei meu poder mágico numa grande escala, e felizmente consegui voltar a respirar normalmente. O susto fora grande, então precisei de um tempo para minha respiração parar de ser ofegante. A ideia de "ser" o vento, tinha me dado mais uma perspectiva, e uma nova forma de completar meu desafio da flauta.

Descansei por meia hora, enquanto comia uma banana e uma maçã. Eu recuperava meu poder mágico brevemente, e comer por esse período era melhor. Depois do tempo de repouso terminar, voltei a pegar a flauta da mesma forma como antes. Comecei e me concentrar e usar minha magia para fazer o vento passar pela flauta. Eu me via entrando pelo bocal, chegando á haste. Mas ao invés de sair pelos primeiros 2 buracos, segui em frente, deixando uma parte de mim em cada orifício. Com isso consegui reproduzir a nota dó. Ainda sim foi complicado, mas senti que era mais fácil dessa maneira.

Tentei mais uma vez. Agora faria o ré, tampando o orifício da parte de baixo e os 2 primeiros da parte de cima. Concentrei-me e segui meu caminho de vento. Novamente passei pelo bocal, pelos 2 primeiros buracos e pelo segundo da fileira de cima, então espalhei-me pelos orifícios seguintes. Surpreendi-me por me ver cansado. Eu até mesmo suava. era um esforço tremendo fazer com que o vento passasse sem se espalhar. Eu estava controlando seu caminho. "Acho que consigo mais uma vez." Pelo mesmo procedimento fiz o vento passar pela flauta. "2 oríficios,... 3... 4... consigo mais... 5..." mas ao invés de acabar meu trajeto, acabei na escuridão.

Acordei deitado, suando frio. Imaginava ter se passado apenas algumas horas. Pelo barulho do meu estômago e pela posição do sol, deduzi ser meio-dia, horário de almoço. "Acho que está bom treinar minha magia por hoje." Levantei-me e parti para a cidade a fim de buscar um almoço. Decidi ir correndo, assim eu emagrecia até chegar à cidade, além de ficar com mais fome. Comecei alongando as pernas, a parte que usaria para fazer meu exercício. Juntei ambos pés, estiquei as pernas e forcei meu tronco para frente e para baixo, tentando fazer minhas mãos alcançarem o chão. A parte de trás do joelho doía devido esticar o músculo. Eu não era elástico, então pouca coisa era o suficiente. Apoiei-me na perda direita, enquanto dobrava a esquerda para trás e puxava a perna para cima com a mão correspondente ao mesmo lado. Contei 10 segundos, troquei e fiz o mesmo com a direita. Então entrelacei os dedos e levantei os braços para cima, num sentido de crescimento.

Para mim esses alongamento eram o bastante. "Acho que vou fazer algum exercício aqui antes de voltar para a cidade. Não vou ter animação mesmo para fazer depois. Vou fazer uns agachamentos primeiro." Com o exercício decidido, preparei-me para realizá-lo. Separei as pernas ligeiramente uma da outra. Coloquei ambas as mãos acima da nuca e posicionei os cotovelos para lados opostos. Então dobrei os joelhos, agachando-me até encontrar minha bunda nos calcanhares. Eu fazia numa velocidade lenta, não queria distender os músculos da perna ou algo do tipo. As primeiras repetições foram feitas com facilidade, té a 23. A partir daí foi ficando mais complicado, pois o esforço era maior e o suor já estava começando a aparecer pelo meu corpo, principalmente no rosto. Fiz até 30 repetições, e decidi que este seria o total de séries que faria.

Descansei por alguns segundos, limpando o suor de meus rosto com minha mãos. Voltei à posição do exercícios, e continuei meus agachamentos. Era estranho, mas eu podia sentir os músculos da coxa trabalhando, tremendo diante da força. Gotas de suor apareciam como vermes em busca de comida. Minha perna ficou toda molhada, fazendo com que a calça grudenta impedisse que o movimento saísse com facilidade. Mesmo com essa dificuldade a mais, terminei de fazer o exercício. A respiração já estava ofegante. Pensei que a falta de ar de minha tentativa de absorção de vento seria a causa principal. Mas era óbvio que o que causava aquilo era a dor de fazer o treino. "Eu posso fazer pelo menos mais uma série de 30 repetições. Sei que consigo." Minhas pernas diziam o oposto, assim como meus pulmões.

Ignorei-os. Contudo, tinha certeza que não poderia continuar com as roupas se agarrando á mim daquela forma devido ao suor. Uma ideia veio à minha cabeça, boba, mas ainda sim útil. "Sorte que estou numa floresta" Tirei minhas roupas rapidamente, ficando apenas de cueca. Só fiz aquilo pois sabia que não tinha ninguém me observando. Posicionei-me e comecei os agachamentos. Mais uma vez pude perceber a força que eu colocava sob minhas coxas e joelhos. Era quase absurdo. Por um momento tive dó deles, mas eles sabiam que ficariam mais fortes após isso. O suor não parava de escorrer, pingando de meu nariz, queixo e cabelos. Antes de acabar a última série, caí de bunda ao chão, exaustado pelo cansaço.

Continuei sentado, olhando para o céu. Eu respirava fundo a fim de acalmar meu corpo e alma. As pernas iam parando de tremer aos poucos, e voltavam à sua temperatura normal. "Vou fazer algum exercício para a parte de cima da cintura." Peguei minhas roupas, mas não as coloquei. Comecei a andar pela floresta à procura de um galho que fosse paralelo ao chão. Sem muita dificuldade encontrei um. Coloquei minhas roupas perto do tronco da árvore, então peguei no galho com as 2 mãos, numa mesma distância entre elas e minha cabeça. Logo comecei a fazer força encolhendo meus braços para que meu corpo fosse elevado. Subia meu corpo até que o galho tocasse minha nuca.

Afirmo que não era fácil fazer um exercício desses. Você lutava contra a gravidade. O que facilitou foi a sincronização com a respiração. Uma vez que você expire enquanto faz força durante o exercício, ele se torna mais fácil de realizar. Mais uma vez meu corpo esquentava e começava a liberar água querendo diminuir a temperatura. O suor ia escorrendo por minhas costas e meu peito, descendo por minhas pernas e pingando no chão. Além de suportar a dor muscular, eu tinha que aguentar a superfície áspera da casca d'árvore arranhando minhas mãos. Soltei o galho enquanto esfregava uma na outra, tentando tirar as ferpas e amenizar as dor.

Repousei por uns 2 minutos, voltei a pegar no galho e elevar meu corpo. Agora doía mais do que a anterior. Eu já estava cansado e com fome. As mãos agora machucadas não ajudavam muito. "Pelo menos termine essa série." Fiz um tremenda força para acabar de me elevar. Meus braços e ombros tremiam e estavam queimando com a energia gastada. O suor pingava constantemente. Ao acabar caí no chão com o acúmulo de cansaço. "Ha ha. Duvido que eu consigue manter fôlego para correr até á cidade." A fome foi mais forte. Levantei-me, vesti minha calça e segurei a camisa com a mão esquerda.

Comecei dando pequenas trotadas, indo devagar. Então periodicamente eu corria em minha velocidade máxima. Não demorava muito para eu cansar, e quando isso acontecia, eu reduzia a velocidade, ficando apenas numa caminhada. Após se passar um breve período, eu voltava a correr, aumentando minha velocidade regularmente até atingi-la em seu limite. "Acho que assim vou aumento meu limite de corrida, além de aumentar o fôlego." Continuei no mesmo ritmo. reduzindo quando cansado, e aumentando depois de um tempo, sempre sem parar de se mover. Contudo tive que parar. Minha perna latejava de dor e meus pulmões suplicavam por uma pausa.

Parei por um momento, respirando fundo e me acalmando. Olhei e vi a cidade não muito longe dali. Por isso vesti minha camisa e me preparei para dar a última corrida até lá. Respirei fundo. Dei mais uma alongada nos joelhos. E parti com o máximo que minhas pernas permitissem. E logo cheguei á cidade.

Estava sempre movimentada, e hoje não era diferente. As ruas lotadas de pessoas se perguntando de onde veio aquele ser todo cheio e poeira e suor: eu. Não me importei com a opinião delas. Segui procurando restaurantes onde eu pudesse comer. Foi aí que percebi que estava totalmente sem dinheiro.

AAAAAAAAAAAAH COMO FUI ESQUECER DISSO?

Obviamente atraí muita atenção, principalmente de um velho estranho que veio falar comigo.

Algum problema rapaz?

Eu esqueci que estou sem dinheiro, e agora não posso comer.

Seus olhos brilharam como se fosse isso que ele estivesse esperando.

Eu posso te ajudar, venha comigo.

Sempre soube que nunca deveria confiar em estranhos. Minha mãe adotiva, Aimi, tomara cuidados para que eu e meus 2 irmãos soubéssemos como sobreviver. Mesmo assim, eu estava morrendo de fome, e segui o velho. Ele me levou ao seu restaurante, muito chique afinal.

Ahn, senhor...

Willin.

Certo. Senhor Willin, eu não tenho dinheiro para pagar, e não pretendo lavar pratos.

Relaxe. É algo totalmente diferente.

Entramos no estabelecimento, com uma variedade de pessoas, a maioria rica. Fui conduzido até uma mesa onde estavam diversos pratos em fileiras. Eu estava pronto para atacá-los quando o velho começou a falar.

Muito bem. Como pode ver, temos aqui uma variedade de pratos. Eles fazem parte do Protocolo 18. - como ele percebeu que eu não perguntaria nada, ele prosseguiu - A verdade é que o Conselho precisa de soldados fortes e resistentes. E para isso criou o Protocolo 18, onde colocamos pequenas quantidades de diferentes tipos de veneno no cliente. Se ele sobreviver por 1 hora, pode provar da comida revigorante.

De cara imaginei que fosse uma mentira. Ainda mais com a palavra veneno. Infelizmente minha gula falou mais alto, fazendo-me aceitar a oferta.

Muito bem, vamos começar com pequenos venenos, como de insetos.

Ele pegou 2 seringas com venenos de abelhas e formigas, respectivamente. Aplicou uma em cada braço, numa pequena quantidade. Em pouco tempo, o local que foi aplicado a seringa folhou uma bolha, logicamente contendo o veneno. O veneno de formiga ficou naquilo, mas o das abelhas começou a crescer e ficar vermelho. Meu corpo começou a arder em febre e meu braço coçava freneticamente. Eu estava indo a loucura. Mas resisti. Não toquei em meu braço e se quer me movi. Mas a febre estava me fazendo mal, sentia que eu ia desmaiar. O tempo não passava. Eu mexia as pernas tentando me esquecer do inchaço nos braços. "Okay, anotações: Não mexer com abelhas. Motivo: Forte reação alérgica" Minha sorte foi que meu cansaço também era alto, e caí no sono.

Willin me acordou parabenizando-me. Uma hora havia se passado. Ele se alegrou na forma em como eu dormira com um ataque daqueles em meu braço. Ainda mais, eu estava todo suado devido á febre. "Venenos são ruins... Mas por que venenos?" Eu ia perguntar ao velho, mas obtive a resposta de mim mesmo. "Devem ser os anticorpos. Se eu sobreviver ao veneno, criarei anticorpos e ficarei imune à eles. Com isso me tornaria um soldado com menos fraquezas." Impressionei-me com meu raciocínio. Logo veio a primeira comida. Uma salada de alface, tomate, palmito, pepino e brócolis. Eu não era muito fã de verdura, mas aquela comida era ótima. revigorante, energética. Senti que poderia correr tudo de novo se quisesse. Porém eu ainda tinha fome, e queria comer mais.

O próximo veneno era de cobras. Animais que odeio. Ouvia falar de casos em que membros tinham que ser amputados. Claro que para evitar isso a dose que eu receberia era em menor quantidade. A vacina foi aplicada em minha perna esquerda. Imediatamente senti a dor. Ao contrário das 2 outras vacinas, essa era dolorosa, queimando meu corpo vagarosamente. Não podia nem imaginar o quanto aquilo devia doer em sua capacidade total. Segurei minha perna com as duas mãos usando muita força. Mesmo que o objetivo era me fazer ganhar anticorpos, não podia deixar o veneno se espalhar. A pele ia ficando roxa, as células do meu corpo iam morrendo. Eu gritava, mas parecia que ninguém conseguia me ouvir. A dor era insuportável. Mesmo assim não soltei minha perna, não podia deixar o veneno se espalhar.

Então meu corpo começou a agir, a dor foi sendo substituída aos poucos por um calor infernal vindo de uma febre, sinal que meu corpo estava trabalhando. mais uma vez apaguei, mas desta vez era um desmaio.

Willin me acordou uma hora depois. Eu estava pálido, cansado, dolorido. Olhei para minha perna. Ela parecia melhor já, sinal de que eu sobreviveria. Sem pedir permissão, parti para a comida da vez. Agora uma bandeja com cozinhas de frango. "Ótimo. carne. É do que preciso." Comi devagar, queria apreciar a comida. Era saborosa. E revigorante como a outra. Estava um pouco apimentada, mas ainda sim comestível. Ao acabar de comer perguntei á Willin.

Preciso tomar todos os venenos hoje?

Não sei.

Muito bem. Voltarei amanhã. Me espere.

Você vai embora?

Preciso descansar por hoje. Sinto muito.

Não há problema. - disse ele sorrindo - Estarei esperando.

Saí do estabelecimento sem um rumo ao certo. Eu precisava descansar. Aquilo não tinha acabado ainda.



Legenda:
Ação
Pensamento
Minhas Falas
Técnicas


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Ficha
A Pedra da Lua





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Re: Treinos Shogih

Mensagem por Lord.Kiaro em Qua Jan 29, 2014 6:48 pm

Ta melhorando... u.u


Avaliação:


Força: 4

Vitalidade:4

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Agilidade:4

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