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3: O Segundo Sol

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3: O Segundo Sol

Mensagem por Lord.Kiaro em Qui Fev 12, 2015 9:44 pm


Capítulo 3

O Segundo Sol


"Eram tempos difíceis para onde quer que se olhasse. Fora da ilha, a tristeza estava estampada na cara das mulheres, desenhadas em muros das casas de paralelepípedos, podia se sentir a melancolia do medo no ar. Os passos de todos soavam como uma correria em desespero silenciosa, amedrontados com tudo que acontecia. Mas na ilha, era tudo tão pacífico. Não se tinha relatos de monstros ou demônios de zéfiro na vila aqui, as pessoas viviam em paz e podiam cuidar dos seus afazeres normalmente, e como os portos se fecharam depois que recebi esta missão, não há possibilidade de chegada de estranhos que podem trazer problemas. Estou começando a progredir."

Ilha Mallet, um lugar bem inóspito, cheio de pessoas desconfiadas sobre qualquer coisa que se refira ao antigo reinado. Dizem que a salvação que o rei tentou trazer ao lado de fora da ilha arruinou a todos dentro dela, principalmente o mesmo. A única coisa que eles querem saber é: o que resta do antigo rei. Anotações sobre uma pesquisa que ele começou a fazer a pedido de outras nações por perceber a segurança que a ilha proporcionava pra isso. Mas era pra manter sigilo. Não ficaria em sigilo por muito tempo.

"Os relatos podem não ter chegado mas... nós não estamos totalmente seguros. Durante a noite a patrulha sai nos últimos níveis do castelo, lugares escuros, para impedir que qualquer dessas coisas demoníacas conseguissem afetar a tranquilidade que a vila tem. Além do mais, se eles realmente procurarem saber... se conseguirem... vão saber que a culpa tem sido minha. Mas eu estou me aproximando da solução, uma energia consegue destruir as partículas das trevas, parece promissor."




A opinião das pessoas na vila em ruinas diverge. Algumas querem o total extermínio de tudo que o rei deixou nos seus aposentos, mas não tem como chegar lá, é muito perigoso, já derramaram muitas lágrimas por jovens aqui, promissores magos, que tentaram seguir o conselho dos anciões deste lugar e apagar todos os registros, não chegaram nem perto. Alguns outros queriam a posse de todas aquelas preciosas informações. Eles desconfiam que o soberano das trevas não interrompeu a monarquia por algum motivo simples. Esses papéis tinham sua importância.

"As trevas começaram a surgir com demônios que podiam facilmente ser derrotados pelos cavaleiros. As dezenas de lanças rasgavam a pele deles como papel. Aos poucos a dificuldade foi aumentando, até que hoje tivemos uma baixa. Para os parentes dissemos que ele foi numa missão para o exterior por motivos aristocráticos em nomes do rei para assinar acordos com o continente. Para mim ele foi o primeiro passo que simbolizou que essa ilha ficaria para história."

A luz. O que o outro lado dos anciões conseguia descrever da primeira vez que viram efetividade em todo o trabalho dado ao rei. Foi de uma intensidade que conseguiu ofuscar as intensas luzes do sol, feixes que saíram de todos os espaços de vidraças no castelo. Da mais alta torre, o lugar preferido do último rei, despencou o ser supremo da escuridão que atravessou a janela de vidro e caiu na grama com força. Foi a esperança que surgiu e se apagou logo em seguida.




"Um cavaleiro ficou ferido por um dos demônios, era um veneno criado a partir das trevas e iria consumir sua mente, corpo e alma numa velocidade impressionante, mandando seu espírito ao mais baixo calão do purgatório. Esta era a hora de testar a primeira solução que eu consegui criar. Era como um sol engarrafado, e iluminava todo o recinto com raios de diversas cores. Sem demora o rei fez seu servo ingerir a solução, que de imediato começou a fazer efeito e evaporar as trevas no ferimento que ele recebeu. Ele parecia ótimo, até que ele se tornou a própria luz. Feixes começavam a sair de poros de sua pele aleatórios, aos poucos seu corpo estava completamente luminoso e como um dente-de-leão, foi se desfazendo e subindo ao seu como várias estrelas. Seu corpo foi apagado, acho que salvei sua alma. Mas a cura ainda não era esta, a solução dos problemas não era essa. "

Nenhum dos dois lados da ilha conseguia promover uma solução. As pessoas ali presentes conheciam suas capacidade e sabiam que seriam rapidamente aniquiladas ao chegar no castelo. Precisavam de ajuda exterior pra isso, os portos estavam escancarados para viajantes e curiosos. Quem quer que fosse, eles não ligavam para nenhuma pobre alma que adentrasse os portões reais, eles já estavam induziram jovens magos a entrarem ali por grandes recompensas e nunca mais saírem. Eles já não podiam mais se sujar de sangue, já estavam completamente mergulhados nele.

"Já estavam ficando sem opções depois de alguns dias do primeiro experimentos. Comecei a ter mais baixas semanais, as soluções não funcionavam, não estavam se integrando as células para se tornar um anticorpo e uma energia efetiva. O último quase funcionou, mas parece que eles não suportam a energia, seus corpos estavam fracos demais para carregar uma força como esta. A partir desse momento eu, o rei de Mallet, me tornarei o primeiro a levar a luz com as próprias mãos e carregar essa cura na própria alma. Treinarei para ser a solução."

*Algumas páginas desse relatório estão queimadas, que levam a uma página restante com alguns parágrafos*

"A penúltima ordem que dei aos 4 cavaleiros restantes era que lacrassem o porão temporariamente, já não tínhamos condições depois que perdemos outros 5 homens matando um gigante grotesco. Eles estavam de acordo que seriam cobaias do meu teste ao em vez de morrerem na completa escuridão. Eu daria a ele a chance de serem antes de mim o anticorpo para o mundo derrubar as tropas de zéfiro. Mas desta vez a mistura de luz não estava na sua forma primária. Calculei que a quantidade de energia em uma vidraça inteira era insuportável num organismo, e para isso dividi a porção em 5 pequenas, 4 estavam em pequenos corpos que dei aos cavaleiros e o quinto num frasco no meu bolso. Ao beberem começaram a ter algumas tonturas, se seguraram nos móveis ali perto, e quanto estagnaram seus sintomas a luz saia de seus olhos e boca momentaneamente, depois sessavam e todos recobraram sua sanidade e saúde. "

Os primeiros testes no porão foram com um gigante semelhante ao que apareceu na última vez e levou 5 dos homens, mas apenas um feixe da luz de um dos cavaleiros conseguia atravessar seu corpo como uma flecha cruza o ar. O rei subiu para pedir que arrumassem o jantar, enquanto os cavaleiros limpavam as trevas que sobraram. Mal deu as costas e os problemas começaram de verdade. A visão dos cavaleiros começou a ficar escura. A luz do local baixava, as chamas das tochas dos dois lados se apagaram num sopro gélido. Eles começaram a clarear o local utilizando suas mãos luminosas mas que começaram a ser inefetivas e eles já não viam mais nada. O medo entrava por seus ouvidos, a supremacia das trevas sussurrava palavras de impulso. Eles tiraram suas espadas da bainha e se posicionaram para a batalha contra a própria sombra. Mas quando eles perceberam a presença uns dos outros no meio desta escuridão, golpes de espada mataram todos ao mesmo tempo. Não se ouvia mais nada lá embaixo.

O rei depois de ordenar a seus últimos súditos um jantar de comemoração ao sucesso dos cavaleiros digno da família real, subiu rapidamente até sua torre para fazer a última anotação no seu caderno. Ao chegar lá, seu caderno estava na mesa logo a frente aberto na última página do mesmo. O rei escreveu somente um frase, e ao fechar o livro percebeu a situação em que se encontrava. Zéfiro estava logo ali próximo a janela observando os movimentos do rei. Ele estava ali pois sabia o que estava sendo testado naquele castelo, enquanto o rei possuía um frasco que poderia mudar o runo da batalha.

Ao tirar o frasco do bolso no movimento veloz, Zéfiro lançou um projétil mágico que atingiu sua mãos e o fez soltar o frasco, que caiu sobre o livro de anotações. O líquido explodiu, evaporou e lançou uma luz tão intensa que pode ser vista em todos os pontos do castelo e da vila. A efetividade disso que zéfiro ser lançado para fora do castelo enfraquecido e cair no solo um pouco desolado. Ele tentou voltar até lá e destruir o livro, mas ele estava emanando a purificação total. Nenhum demônio poderia segurar. Por isso, caiu uma maldição ali. Zéfiro fez com que todos no castelo se transformassem nos guardiões do livro. A luz do mundo estava nos braços das trevas.

"Os testes com a Luz foram um sucesso. Projeto Devil Slayer Concluído"





O evento deu origem a Magia Devil Slayer

Criado pelo player Lock E. Rõtasu




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